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Resenha agosto de 2016 - Como Reduzir os Custos das Empresas

A

crise pela qual o Brasil atravessa não é novidade pra mais ninguém.

As condições financeiras estão limitadas de uma forma geral, seja para pessoa física ou jurídica. Nas empresas, o número de funcionários foi reduzido e diversos cargos foram extintos da organização.

Pensando nisso, vamos falar um pouco sobre como reduzir o custo das empresas e colaborar com uma melhora no cenário comercial e financeiro do país.


Sem receita definida, é hora de trabalhar os custos


Por mais que pareça óbvia a ideia, na prática não é tão simples assim. A instabilidade econômica pela qual o país atravessa gera uma incerteza quanto às receitas das empresas, o que requer cuidado redobrado na hora de investir em algo.

Não é uma boa hora para realizar investimentos altos, pois além de uma descapitalização em tempos de crise, o prejuízo pode acabar significando a falência do seu negócio.

A melhor dica para a época é: defina metas curtas, elas costumam ser mais simples de alcançar e demandam um menor investimento, ou seja, perfeito para a ocasião de crise.


Avalie as vendas

  

Tão importante quanto entender aquilo que faz é avaliar se realmente as vendas estão de acordo com o esperado e necessário. Em caso de vendas baixas, analise a razão disso. Tente entender o que se pode fazer para mudar esse cenário e melhorar seu lucro.


Fixe metas


Como falado anteriormente trabalhar com metas curtas, além de ser mais simples, costumam envolver um gasto financeiro menor, o que é o ideal na época de crise. Conquistar as metas traçadas além de ajudar no desempenho da empresa, motiva a equipe.


Envolva todas as pessoas, visando a obtenção da administração participativa. Não tente abraçar o mundo com as pernas. Organizações são complexas e precisam de mais de uma pessoa na sua gestão. Não tente resolver tudo sozinho, pois além do desgaste excessivo, seu negócio pode acabar comprometido seriamente podendo significar, dependendo do caso, a falência.

  

Dicas para ajudar  no corte de custos e gastos

 

Alguns custos da empresa são fixos e por esta razão não é possível cortá-los. Eles envolvem tudo que a empresa precisa pagar independente de sua produção ou venda.

 

Tenha o controle dos gastos

Essa é a principal dica possível nesse caso: para saber o que pode ou não ser cortado é preciso entender com exatidão todos os gastos que se tem na empresa. Faça um controle mensal e evite surpresas desagradáveis.


Elimine desperdícios


Observe tudo que envolve o dia a dia da empresa e se pergunte: isso é realmente necessário? As vezes um gasto extra com viagens, cópias, telefonia, estão onerando desnecessariamente, impactando no resultado ao final do mês.

 

 

Brasil  2016 e 2017 -  Como sobreviver à crise?

. Auditoria Contábil, Fiscal e Tributária visando identificação de créditos extemporâneos e por conseguinte redução da carga tributária.

. Elaboração de planejamento societário (fusão, cisão, incorporação, criação de holding, joiventure, participação societária dentre outras), visando otimizar recursos físicos e humanos).

. Blindagem Patrimonial, com o intuito de proteger o patrimônio dos sócios em eventual desconsideração da personalidade jurídica (holding, adaptações contratuais, cláusulas de gravamento de bens e etc).

. Fomento a exportação (exoneração plena do custo tributário e obtenção de crédito subsidiado).

. Importação como forma de redução de custos de insumos (China, Coréia, Vietnã, Cambodja, Índia e etc).

                                                        
. Operações de Drawback (aquisição via importação ou ainda no mercado interno de insumos para composição de produtos a serem exportados sem nenhuma tributação na entrada e na saída).

. Estruturação de Operações Back to back, visando ganhos na logística, na tributação, economia com frete, seguro e etc, tornando os produtos comercializados nesta modalidade mais competitivos.

. Mudança de planta fabril para países que estimulam a produção com mão de obra especializada e barata (Cuba, Uruguai, Paraguai e etc).

. Negociação para recebimento de créditos (nada de Judiciário para acompanhar execuções eternas).

. Montagem de Associação para compras, vendas e compartilhamento de logística envolvendo armazenamento/estoque.

. Utilizar todos os incentivos fiscais dispostos no RIR e no RICMS, e não só os clássicos como VT, PAT, Depreciação Acelerada, Lei Renault.

. Utilização Maximizada dos Créditos Acumulados e Saldos Credores de ICMS e de IPI (aquisição de insumos, pgto de fornecedores e etc).

. Desimobilização – Troca de Ativos (redesenho e otimização dos processos produtivos).

. Zerar o desperdício e não apenas diminuí-lo (estabelecer metas com gastos como: telefone, água, combustível, viagens, mordomias dos sócios, cópias de livros, acadêmicos, dentre outras.

. Política de estoque mínimo.

. Análise da Curva ABC.

Fazer análise de rentabilidade por produto, focando no resultado e não apenas nos processos.

. Logística Compartilhada.

. Instituir home office para certos funcionários.

. Adoção de métricas de desempenho (internas e setoriais), como instrumento para a tomada de decisões.

. Adoção do Método Kaizen (redução de custo com foco no aumento da produtividade).

. Implantação do Orçamento Base Zero.

. Centralizar  as Decisões sobre despesas em uma só pessoa, quando os valores forem superiores a....?????? (análise sua realidade).

. Verifique o Regime Tributário que sua empresa vem adotando.

. Fazer uma perícia nos passivos tributário, bancário, trabalhista e fornecedores, visando conhecer o exato grau de endividamento da empresa.

. Faça proteção cambial (Hedge), visando proteção frente a valorização do dólar.

. Observar as Diretrizes do Plano Plurianual, visando desenvolver novos mercados.

. Antes de iniciar demissões (custo elevadíssimo), coteje a possibilidade da redução da jornada de trabalho e de salários.

. Retenha seus clientes,  oferecendo-lhes parcerias calcadas no binômio “ganha- ganha”.

. Jamais se esconda dos seus fornecedores, negocie.

. Reduzir o tamanho da empresa não significa derrota, e sim readequação. Crises virão de tempos em tempos, daí a necessidade de adaptações no tempo e em tempo.

. Analisar a possibilidade de se servir do instituto da Recuperação Judicial, ao invés de deixar a empresa falir/quebrar (Lei 11.1001/05).

. Avalie a necessidade de contratar uma empresa de consultoria, para projetos específicos (começo e fim).

  

A Contabilidade será o instrumento de maior importância no contexto atual de crise. Não confundir Legislação Fiscal (Livro com Caixa – Decreto 3000/99) com Legislação Societária (Lei 6404/76 – Demonstrações Contábeis).

 

▫ Afastar a confusão patrimonial.

 

▫  Afastar os  crimes fiscais, à  guisa  de  exemplo :  sonegação, omissão de receitas, fraude, conluio e     etc.


▫  Instrumento de prova nas esferas Administrativa e Judicial.

 

▫  Distribuição de Lucros sem tributação na pessoa física.

 

▫  Instrumento  Gerencial (apuração  dos  índices  de  liquidez, rentabilidade, e visão  parcial  de resultados, visando  auxiliar na tomada de decisões).

 

▫ Possibilita o pedido de Recuperação Judicial ou Extrajudicial e afasta eventual falência como  fraudulenta


▫ Possibilitará  a  realização  de  operações  de  reestruturação  societária como: Transformação, Incorporação, Fusão e Cisão Dissolução e Liquidação de Sociedades Limitadas.


▫ Afastar o abuso de  forma,     abuso  de  direito,  infração a lei, infração aos estatutos e etc.

 

▫ Utilização de Benefícios Fiscais.

 

▫ Compensação de prejuízos fiscais (Lucro Real).

 

▫ Aproveitamento de créditos em geral dos tributos (não cumulatividade – Lucro Real).

 

▫ Suspensão do recolhimento do IRPJ e da CSSl, quando a empresa comprovar prejuízo.

 

▫ Participação em Concorrência, Licitação, Carta Convite, Pregão Eletrônico, PPP’s e etc.

                 

. Diga não à produção suja, sonegação, pagto. de propinas e crimes contra as relações de consumo.

CRUZAMENTO DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 

 

 


  

 

Redução de Custos, Governança Tributária, Planejamentos Estratégico, Tributário e Redução da Formação de Contenciosos.

O Texto Constitucional de 88, adotou duas matrizes, uma socialista e a outra liberal. Com o advento dos dois governos do presidente Lula e do atual em curso da presidenta Dilma, o social vem ganhando enorme destaque.

Todos nós que vivemos no Brasil, certamente queremos ver nossos semelhantes progredirem (acesso a saúde, educação, segurança, moradia, trabalho, lazer e etc), ainda que seja por egoísmo (se os outros tiverem o mínimo necessário, provavelmente não vão querer o que é meu).

Todavia não podemos nos esquecer que Estado Social, para reduzir desigualdades (assimetrias regionais) precisa de muito dinheiro, pois do contrário não conseguirá inserir cada vez mais cidadãos na sociedade de consumo, como também manter investimentos permanentes visando a geração e a manutenção de empregos.

Destaca-se que os recursos para prover tais necessidades são advindos da arrecadação tributária, que atualmente está sufocando os poucos contribuintes (pessoas físicas e jurídicas) que pagam impostos, sem qualquer observação da capacidade contributiva.

Diante do prisma acima descrito, não é difícil depreender que a proliferação das obrigações acessórias e as restrições impostas aos contribuintes no que concerne a elaboração de planejamentos tributários estarão cada vez mais presentes nas Administrações Fazendárias.

Desnecessário seria perguntar, será que alguém que não seja impedido nos moldes do Código Civil, ainda dará ouvidos aos contos das inúmeras sereias de plantões, tais como: paraísos fiscais (ofensiva mundial contra evasões fiscais, e o respectivo compartilhamento das autoridades fiscais destes países), offshore, onshore, trust companys, operações de reorganização societária só de papel (incorporações, fusões, cisões, alterações de quadros societários, transferência de controles para Holdings e etc), desembaraços aduaneiros em estados que fomentam a guerra fiscal, inserção de documentos inexatos na contabilidade gerando créditos obscuros, teses mirabolantes e etc ????

Medidas Sugeridas para viabilizar uma empresa de forma racional:

I – Redução de Custos

Atualmente antes de se pensar em planejamento tributário, a que se praticar:

i) Qualificação do quadro de funcionários, visando à busca da plena eficiência.
ii) Redução de desperdícios com água, energia elétrica, matéria prima, revisão do chão de fabrica, da política de estoque, de logística, análise amiúde nos custos e na participação do resultado dos 10 principais produtos comercializados/fabricados.

II – Governança Tributária

(Disclosure/Transparência, Fairness/Equidade, Accountability/Prestação de Contas e Compliance/Cumprimento das Leis).
i) Auditoria de Impostos, visando identificação de créditos extemporâneos não aproveitados.
ii) Planejamento Contábil (utilização de incentivos fiscais nas três esferas tributantes, inclusive exportação e importação em certos casos).

III – Planejamento Estratégico

Tendo em vista a empresa ser um todo, o planejamento estratégico assim a concebe, promovendo a integração das diversas áreas, objetivando a maximização de resultados.

IV – Planejamento Tributário

Consiste na adoção de praticas legais materializadas, visando economia fiscal e/ou redução de procedimentos. Deverá ocorrer sempre antes do fato gerador (elisão), pois do contrário estar-se-á no campo da ilegalidade (evasão).

V – Redução da Formação de Contenciosos

Evitar à adoção de teses tributárias arrojadas, operações de reorganização societária de curta duração, descuido com as obrigações acessórias (atrasos e inconsistências), redução drástica nos recolhimentos (ainda que suportadas por PerdComp), operações com offshore, onshore, trust company, paraísos fiscais, vinculadas, abusos dos tratados internacionais (Treaty Shopping e Rule Shopping), transferências de créditos e etc.



Redução de Custos, Governança Tributária, Planejamentos Estratégico, Tributário e Redução da Formação de Contenciosos.

 

 

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